QUINTA-FEIRA DIA 26.09.2013 - RETORNO ÀS AULAS NA EEB."LUIZ BERTOLI" - TAIÓ - SC

A DIRETORA NAIR SELENE ALEGRI  COMUNICA QUE 
A PARTIR DE AMANHÃ,QUINTA-FEIRA, 
DIA 26.09.2013,HAVERÁ AULA 
NORMAL ,NA EEB."LUIZ BERTOLI"  - TAIÓ  - SC
O NÚMERO DO TELEFONE  DA ESCOLA É 35628466

QUARTA -FEIRA 25.09.2013 - SITUAÇÃO DA BARRAGEM OESTE DE TAIÓ - SC






Segunda comporta da Barragem de Taió é aberta (Atualizado 9h)

Duas comportas da Barragem Oeste de Taió estão abertas no momento.
A medição do rio indica que a água da segunda
 comporta já chegou na cidade e que o nível do rio estabilizou.

Medições Atualizadas às 09:00 horas do dia 25.09.2013.
Nível do Rio no Centro: 8,67 m
Nível da Barragem Montante: 21,15 m
(Lâmina de 15 cm transbordando)
Nível da Barragem Jusante: 8,60 m
Capacidade com água: 100%
Capacidade restante: 0
Comportas abertas: 2
Comportas Fechadas: 5

Medições Atualizadas às 08:00 horas do dia 25.09.2013.
Nível do Rio no Centro: 8,71 m
Nível da Barragem Montante: 21,15 m (Lâmina de 15 cm transbordando)
Nível da Barragem Jusante: 8,60 m
Capacidade com água: 100%
Capacidade restante: 0
Comportas abertas: 2
Comportas Fechadas: 5

SOCIALIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AÇÕES REALIZADAS NO PROJETO : DIGA SIM À VIDA


A EEB LUIZ BERTOLI tem a honra de convidar Vossa Senhoria para prestigiar socialização dos resultados das ações realizadas no projeto:

DIGA SIM  À VIDA
Ensino Médio Integral 2013
dia : 20/09/13
Horário : 13h20min
Local : EEB Luiz Bertoli

ATENÇÃO ALUNOS DOS TERCEIRÕES!!! INSCRIÇÕES PARA O VESTIBULAR

1 – Inscrição Vestibular do sistema ACAFE: 16/09 a 18/10
2 – Inscrição Vestibular UDESC: Até 14 de outubro
3 – Inscrição Vestibular IFSC: Previsão para as vagas de 2014-1 a partir de 23 setembro/13
4 – Inscrição  Vestibular IFC: 16/09 a 05/11
5 – Inscrição Vestibular UFSC: Ainda não publicado
6 – Inscrição Vestibular do sistema AMPESC: Ainda não divulgado.

OBS.: Estimule os alunos a verificarem as páginas da internet das Universidades para ver se o curso que desejam frequentar está com vagas a disposição.

OBRAS LITERÁRIAS - VESTIBULAR DA UDESC/2014

   Clarice Lispector, " A Hora da Estrela", 
Editora Rocco

Macabéa, a nordestina, cumpre seu destino sem reclamar. Feia, magra, sem entender muito bem o que se passa à sua volta, é maltratada pelo namorado Olímpico e pela colega Glória. Os dois são o seu oposto: o metalúrgico Olímpico sonha alto e quer ser deputado, e Glória, carioca da gema e gorda, tem família e hora certa para comer. Os dois acabam juntos, enquanto Macabéa, sozinha, continua a viver sem saber por que está vivendo, sem pensar no futuro nem sonhar com uma vida melhor. Até que um dia, seguindo uma recomendação de Glória, procura a cartomante Carlota, uma ex-prostituta do Mangue, que revela a Macabéa toda a inutilidade de sua vida. Mas também enche-a de esperança, prevendo a paixão por um estrangeiro rico, com quem ela iria se casar.

Ao sair da casa da cartomante, num beco no subúrbio carioca de Olaria, ainda atônita com o que ouvira, Macabéa tenta atravessar a rua, mas é atropelada por um Mercedes. Estirada na paralelepípedo, com curiosos à sua volta, pronuncia suas últimas palavras – "quanto ao futuro" –, também um dos vários títulos de A hora da estrela.

A morte de Macabéa é também a morte de Clarice. Incorporada ao escritor Rodrigo, a autora diz: "Macabéa me matou. Ela estava enfim livre de si e de nós. Não vos assusteis, morrer é um instante, passa logo, eu sei porque acabo de morrer com a moça."





   Cruz e Sousa, "Últimos Sonetos", 
Editora da UFSC/ Domínio Público;
Nestes últimos sonetos podemos ler uma ansiedade do poeta diante do descaso para com sua obra artística. Vários poemas tematizam o desejo de reconhecimento artístico, de perfeição, de grandeza; podemos perceber que o poeta parecia ter consciência da proximidade da morte e desesperava-se diante do fato de não palmilhar o "Caminho da glória". O livro parece fundir fatos autobiográficos no desenvolvimento de uma teoria-poética sobre o artista: Diante do impasse de reconhecer-se inteligente e criativo e não ter sua obra legitimada pelos grupos de escritores da época, o poeta desabafa nos sonetos a angústia, e principalmente o forte deseje de fazer parte da plêiade de poetas e escritores do então centro político e cultural do Brasil, o Rio de Janeiro.
 
Érico Veríssimo, "Clarissa",
Editora Companhia das letras;

Clarissa é uma jovem de 13 anos que mora na pensão da tia enquanto estuda em Porto Alegre. Ela é uma jovem curiosa, descobrindo o mundo, a adolescência e a vida. Não gosta muito de escola, sente saudades da fazenda em sua cidade natal, Jacarecanga e observa as pessoas que moram na pensão da tia e na vizinhança: Ondina, a infiel esposa de Barata; Amaro, o músico triste e contemplativo; o distraído major; a conservadora tia e seu desempregado marido; a família rica que mora ao lado e a viúva com o filho mutilado.Este último, Tonico, perdeu as duas pernas num acidente de bonde e sonha em marchar com exércitos. Frágil, acaba morrendo. Quanto a Amaro, este sempre contempla Clarissa, sua juventude, sua inocência, sua beleza aflorando da menina que vai se tornando moça. Clarissa faz 14 anos (e ganha permissão para usar salto alto) e passa na escola.

O livro acaba com Clarissa voltando para Jacarecanga(e encontrar o primo Vasco) enquanto Amaro fica triste na pensão a pensar nela.
   Jair Fransisco Hamms,
 " O detetive de Florianópolis",
 Editora da UFSC;


São crônicas simples e engraçadas que contam a vida de um detetive, o D. T. Tive, Domingos Tertuliano Tive, que era um malandro e resolveu se tornar de repente um detetive, o único da região. Logo que ele começou a trabalhar, já chovia gente procurando por seus serviços. Ele acabou ficando quase rico por causa disso, contratou secretária, comprou várias coisas, saiu com viúvas ricas e doidas (isso mesmo que você entendeu) e acabou casando com a secretária no final. Isto é, no final da série de crônicas de D. T. Tive, porque depois o autor se inclui em algumas crônicas como personagem, e em outros surgem outros personagens, como o Silva, da crônica Silva and Silver, que também é muito boa. 
Outra característica muito legal das crônicas da série do D.T. Tive é o personagem Pereira, que é amigo de Tive e vive passando trote nele, pois seu telefone está no anúncio de jornal. Na minha humilde opinião, a melhor parte do livro.


 Machado de Assis, " Helena", Domínio público.
O conselheiro Vale havia falecido, era uma grande perca. Ele era um homem admirável, pertencente à elite. Restaram apenas Estácio, seu filho, e D. Úrsula, sua irmã. Depois da morte, Dr.Camargo, amigo da família, tentou preveni-los sobre o conteúdo do testamento, deixando-os mais preparados para certa cláusula presente no documento.


Quando o testamento foi aberto, os bens foram entregues aos herdeiros, algumas coisas foram destinadas a afilhados e uma filha, Helena, fora reconhecida. O conselheiro a reconhecia, dividia entre ela e Estácio os bens herdados e pedia para que a menina fosse recebida e tratada como nova integrante da família. Estácio, devido a seu caráter, aceitou a irmã instantaneamente, mas sua tia e Dr. Camargo eram contrários à idéia.


Helena chegou à casa em Andaraí. Estácio a recebeu e logo se tornaram íntimos e amigos. D.Úrsula se mantinha desligada da moça. Passou a ceder, aos poucos, aos encantos de Helena, mas enterneceu-se de vez quando, ao adoecer, viu a menina cuidar da casa e de seu leito. Dr. Camargo, no entanto, mantinha sua opinião e por isso ele e Helena não se davam bem.


Em um dia, Estácio e ela saíram em uma cavalgada. Quando passaram por uma casinha simples onde uma bandeira azul enfeitava o telhado, Helena buscou saber quem morava ali, mas não teve sucesso, e assim eles voltaram para casa.


Eles seguiam a vida. Estácio vinha já há algum tempo planejando pedir a mão de Eugênia, filha de Dr. Camargo, em casamento. Helena encorajava-o, mas ele não tomava atitude. Foi também nesses tempos que Estácio viu Helena receber uma carta que lhe despertou um grande interesse, pensava que a irmã vivia um romance e a idéia não lhe agradava. Foi por essa curiosidade que arrancou dela uma confissão: amava a alguém e amava muito.


No aniversário de Estácio, Helena deu a ele um quadro onde pintara o caminho que fizeram naquela primeira cavalgada e a casa da bandeira azul, mas mais tarde a presença daquela casa perturbou Estácio. À noite foi oferecido um baile a ele. Já quase no final da comemoração, Dr. Camargo teve com Helena e revelou-lhe o desejo de ver Eugênia casada com seu irmão, e usou isto para chantageá-la, referindo-se às idas dela à casa da bandeira azul.


Logo nos dias seguintes Estácio e Eugênia ficaram noivos. Seguido do noivado, uma tia de Eugênia adoeceu e ela, juntamente com a família, tinha que visitá-la. No entanto, Eugênia só se dispôs a ir depois que Estácio, vendo-se forçado, aceitou ir com eles. Para ele era um tremendo sacrifício separar-se de Helena, sua tia e sua casa. Nos dias em que ele se ausentou, Helena ficou noiva.


O noivo era Mendonça, amigo de Estácio e recém-chegado da Europa. Ele era filho de um comerciante, não tinha riquezas, mas amava Helena. Ela aceitou o noivado mesmo não gostando tanto dele. Quando o noivado foi concretizado, Mendonça escreveu a Estácio contando a novidade e ele voltou para casa rapidamente. O casamento lhe agradava um pouco, mas a confissão de tempos atrás de Helena influenciava sua resolução quanto a conceder a mão da irmã ao amigo.


Helena queria o casamento, julgava sua paixão confessada impossível e assim preferia o certo ao duvidoso. No entanto, Estácio não se sentia confortável com tal situação. A esse ponto Mendonça já se sentia desinteressado pelo casamento, pois surgiram insinuações de que estaria se casando por interesse.


Durante tais conflitos, Estácio viu, numa manhã em que saiu para caçar, Helena saindo da casa da bandeira azul. Surpreso, escondeu-se e, depois que ela foi embora, foi até a casa em que ela acabara de sair. Quando se escondera, cortara a mão e usou isso como pretexto para conhecer o morador da casa. Conversaram enquanto ele tratava do corte e um pouco mais depois.


Quando Estácio foi embora, acretitava que havia se enganado com Helena. O padre Melchior foi chamado e as relações na casa se tornaram tensas. Estácio duvidava dos atos de Helena, não sabia o que pensar sobre o que acontecia. Melchior foi o primeiro a entender, Estácio amava Helena e descobrir os encontros dela com aquele homem o abalou. Logo a verdade foi revelada. O homem que habitava aquela casa tratava-se do pai de Helena, Salvador. A história de Helena era a seguinte: Ângela e Salvador fugiram para poderem viver seu romance e da união dos dois nascera Helena. Quando o pai de Salvador adoeceu, ele viajou para poder vê-lo, mas quando voltou para sua casa não encontrou sua mulher nem sua filha. Ângela havia se apaixonado pelo conselheiro Vale e agora vivia numa casa mantida por ele. O conselheiro tomara Helena como filha, pois acreditava que Salvador estava morto.


Com a morte de Ângela, Helena morava na escola e recebia visitas do conselheiro. Durante este tempo, Salvador subornava uma escrava da escola e assim ele e a filha mantiveram contato. Quando o conselheiro morreu e Helena foi reconhecida, ela quis revelar a verdade, mas Salvador sabia da condição de vida que teria a filha vivendo com ele. Por esse motivo, mandou Helena para ir viver na casa de Andaraí e os dois se encontravam sempre que era possível.


Diante tais revelações, Estácio preferiu deixar a situação como era. Eles agora podiam viver o amor que nutriam um pelo outro, mas provar que não eram irmãos seria desastroso demais. Nos dias seguintes o casamento de Helena com Mendonça ressurgiu, mas ela adoecera. Ela foi tratada, mas não surtia efeitos. Estácio havia decidido buscar pelo pai da “irmã”, que havia ido embora para que a menina seguisse com a vida, mas não foi preciso. Helena falecera, e, no instante em que ficara a sós com a falecida, Estácio deu-lhe o primeiro beijo de amor e partiu. Quando chegou em casa, conclui ao padre: perdera tudo.

A ENTRADA DA EEB."LUIZ BERTOLI" JÁ COM AR PRIMAVERIL