PROPOSTA - PARTE 29 E 30 - DE ALLAN PERCY,DO LIVRO: OSCAR WILDE PARA OS INQUIETOS














29 – Trabalho é aquilo que as pessoas fazem quando não têm nada para fazer.
As condições adversas do mercado fazem com que haja cada vez mais pessoas com mais de um emprego ou que precisam continuar em casa suas jornadas de trabalho.
Mesmo nos cargos de alta responsabilidade é comum levar tarefas para casa, que às vezes se torna um prolongamento do escritório. Para quem ainda não pode se livrar desse meio de sobrevivência que tanto incomodava Oscar Wilde, aqui vão alguns conselhos para encontrar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal:
·        Estabelecer limites de horário. Ainda que nos vejamos obrigados a trabalhar em casa, é importante fixar – e respeitar – um período para o lazer e a família.
·        Separar espaços. Se você trabalha em casa e não dispõe de um cômodo para isso, restrinja o espaço profissional a um ambiente apenas e não permita que problemas do trabalho saiam dali para aterrissar na sala de estar, na de jantar ou – pior ainda – no quarto.
·        O hábito faz o monge. É importante ter um traje para o horário de trabalho e outro, mais confortável, para o tempo livre. O corpo relaciona a mudança de roupa às fases de obrigação e de descanso. 

30 – A vantagem de brincar com fogo é aprender a não se queimar.
Pode-se ter medo de tudo, menos do próprio medo. Se nos dispusermos a encarar nossos temores, acabaremos por controlá-los. É por esse motivo que os psicólogos comportamentais recomendam a exposição progressiva àquilo que se teme. Evitar as angústias leva ao efeito contrário: o medo é reforçado e pode trazer outros consigo.
Já que é difícil desfrutar o prazer de viver quando transformamos nosso dia a dia em um campo minado, aqui vão alguns conselhos para desarmar os medos:
Primeiro, avalie se eles têm uma base racional – isto é, se são fundamentados – ou se não passam de temores nascidos na sua própria mente. Em se tratando de um medo fundamentado – por exemplo, uma crise financeira –, pergunte-se se sua reação está sendo proporcional à situação e, mais importante ainda, se seu alarme tem alguma utilidade prática.

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