LIVRO POP UP DO PINÓQUIO - ALUNOS DO 4º.ANO 1,DOS PROF.S JANIR E GERDA





NIETZSCH PARA ESTRESSADOS DE ALLAN PERCY - PARTE 76 E 77


76 – Uma alma delicada se sente mal quando sabe que receberá agradecimentos. Uma alma grosseira se sente mal quando sabe que precisa agradecer a alguém

Quando praticamos a gratidão, reconhecemos os benefícios recebidos e procuramos devolver à vida algo que ela nos deu.
Uma forma de fazer isso é usando as palavras. No poema “Prazeres”, Bertolt Brecht fez sua lista de agradecimentos baseada em deleites cotidianos:
O primeiro olhar pela janela ao despertar
O velho livro que volto a encontrar
Rostos entusiasmados
Neve, a mudança das estações
O jornal
O cachorro
A dialética
Tomar banho, nadar
Música antiga
Sapatos confortáveis
Entender
Música nova
Escrever, plantar
Viajar, cantar
Ser amável.
Como exercício para perceber e agradecer a magia da vida, crie sua lista de maravilhas e pendure-a em um lugar visível da casa, para que não se esqueça das dádivas recebidas.
E procure renová-la a cada mês com os outros prazeres que tiver incorporado à vida cotidiana.

77 – Não se pode odiar enquanto se menospreza. Não se pode odiar mais intensamente um indivíduo desprezado do que um igual ou superior

Diz uma antiga lenda chinesa que um discípulo perguntou ao mestre:
– Qual é a diferença entre céu e inferno?
E o mestre respondeu:
– É muito pequena e, no entanto, tem grandes consequências. Venha, vou lhe mostrar o inferno.
Entraram em uma casa onde havia algumas pessoas sentadas ao redor de uma grande panela de arroz. Todas estavam famintas e desesperadas. Cada uma delas tinha uma colher presa pela ponta do cabo à mão, que chegava até a panela. Mas os cabos eram tão compridos que elas não podiam levar as colheres à boca. O desespero e o sofrimento eram terríveis.
 Venha – disse o mestre, passado um instante. – Agora vou lhe mostrar o céu.
Entraram em outra casa, idêntica à primeira. Ali também havia uma panela de arroz, algumas pessoas e as mesmas colheres compridas, mas todos estavam felizes e alimentados.
– Não entendo – disse o discípulo. – Por que estão muito mais felizes que as pessoas da outra casa, se têm exatamente o mesmo?
– Não percebeu? – sorriu o mestre. – Como o cabo da colher é muito comprido, é impossível levar a comida à própria boca com ela. Mas aqui eles aprenderam a alimentar uns aos outros.

NIETZSCH PARA ESTRESSADOS DE ALLAN PERCY - PARTE 74 E 75


74 – Os poços mais profundos vivem suas experiências lentamente: esperam um bom tempo até saberem o que caiu em suas profundezas

Há alguns anos, o jornalista Carl Honoré decidiu escrever o livro Devagar – Como um movimento mundial está desafiando o culto da velocidadeenquanto enfrentava, impaciente, uma longa fila de embarque num aeroporto. Curiosamente, o autor confessou que, quando realizava suas pesquisas para a obra, ganhou uma multa por excesso de velocidade.
Eis uma das conclusões a que chegou em seu ensaio: “Cada ato de desaceleração é um grão para o moinho” de uma vida saudável e relaxada.
Entre suas recomendações está a de esquecer o carro e andar a pé. Nesse sentido, ele se inspirou no ecologista americano Edgard Abbey:“Caminhar faz com que o mundo seja muito maior e, por isso, mais interessante. Assim temos tempo para observar os detalhes.”
Seu ensaio segue a filosofia do slow living, estilo de vida que já foi adotado em várias pequenas cidades de países desenvolvidos.
No mundo da alimentação, os restaurantes de slow food se apresentam como alternativa aos estabelecimentos de fast-food.

75 – Quando temos muitas coisas para guardar nele, o dia tem 100 bolsos

Dizem que Christopher Wren, arquiteto encarregado da construção da Catedral de Londres, decidiu passear incógnito pelo canteiro de obras para ver como os pedreiros trabalhavam.
Wren ficou pensativo enquanto observava três operários. Um trabalhava muito mal; outro, de forma correta; o terceiro, por sua vez, realizava seu trabalho com muito mais força e dedicação que os demais. Sem se conter, o arquiteto aproximou-se do primeiro e perguntou:
– Boa tarde. O que o senhor faz?
– Eu? – disse o pedreiro. – Trabalho de sol a sol, num serviço muito cansativo. Não vejo a hora de terminar.
Depois foi até o segundo operário e fez a mesma pergunta:
– Boa tarde. O que o senhor faz?
– Estou aqui para ganhar dinheiro a fim de sustentar minha mulher e meus quatro filhos.
Finalmente, Wren se dirigiu ao terceiro trabalhador:
– Boa tarde. O que o senhor faz?
O pedreiro levantou a cabeça e, com um olhar cheio de orgulho, respondeu:
– Estou construindo a Catedral de Londres, cavalheiro. 

NIETZSCH PARA ESTRESSADOS DE ALLAN PERCY - PARTE 72 E 73



72 – Não é raro encontrar cópias de grandes homens. E, como acontece com os quadros, a maior parte das pessoas parece mais interessada nas cópias do que nos originais

Ser autêntico na vida às vezes envolve dizer o que ninguém espera escutar.
Existe uma história que ilustra bem essa questão. Pediu-se a alguns estudantes que elegessem as Sete Maravilhas do mundo atual. Enquanto os votos eram apurados, a professora percebeu que uma jovem calada ainda não havia mostrado o que escrevera e por isso perguntou se ela estava com problemas para completar a lista.
– Estou – respondeu. – Não consigo me decidir. São tantas!
– Bem, então leia o que já escreveu e talvez possamos ajudá-la – disse a professora.
A menina hesitou antes de responder:
– Acho que as Sete Maravilhas do mundo são: ver, ouvir, tocar, provar, sentir, rir e amar.
A sala de aula ficou em silêncio. A verdade é que nunca pensamos nessas coisas tão simples e corriqueiras como as maravilhas que verdadeiramente são.
73 – Quem não teve um bom pai deve procurar um
Nas culturas mais ligadas à terra, a criança abandona sua família na adolescência para se tornar adulta e enfrentar sozinha as provações que a vida colocará em seu caminho. Isso acontece independentemente de ter tido bons ou maus pais, o que lhe dá segurança, pois ela se acha nas mesmas condições que os outros jovens. O Credo do Samurai resume o ideário do lutador que salva o próprio destino:
Não tenho pais;
faço do céu e da terra meus pais.
Não tenho poder divino;
faço da honra a minha força.
Não tenho recursos;
faço da humildade o meu apoio.
Não tenho o dom da magia;
faço da minha força de vontade o meu poder mágico.
Não tenho vida nem morte;
faço do Eterno minha vida e minha morte.
Não tenho corpo;
faço da coragem meu corpo.
Não tenho olhos;
faço do brilho do raio os meus olhos.
Não tenho orelhas;
faço do bom senso minhas orelhas.
Não tenho membros;
faço da vivacidade os meus membros.

ATIVIDADES NAS AULAS DE MATEMÁTICA DA PROFª.NÁDIA - ALUNOS DA 8ª.SÉRIE 1










ALUNOS DA 8ª.SÉRIE 3 TRABALHANDO POLÍGONOS NAS AULAS DE MATEMÁTICA, COM A PROFª.NÁDIA