NIETZSCH PARA ESTRESSADOS DE ALLAN PERCY - PARTE 66 E 67


66 – A verdade é que amamos a vida não porque estamos acostumados a ela, mas porque estamos acostumados com o amor

Amar é a primeira e principal das atividades humanas, ainda que às vezes as pessoas finjam que existem coisas mais importantes.
No livro A última grande lição, o jornalista Mitch Albom descreve os ensinamentos recebidos do mestre em seus dias derradeiros.
Todos eles apontam na mesma direção: no fim, só o que conta é o amor que demos e recebemos.
Não podemos substituir amor, delicadeza, ternura nem companheirismo por coisas materiais. Dinheiro não substitui ternura, poder não substitui ternura. Escreva o que estou dizendo, sentado aqui à beira da morte: quando mais se precisa dos sentimentos que nos faltam, nem dinheiro nem poder nos podem dá-los, não importa quanto dinheiro ou poder possuímos.
Na mesma linha, A lição final, de Randy Pausch, relata a última conferência de um professor da Universidade Carnegie Mellon após saber que sofria de câncer do pâncreas. Entre as questões que ele levanta estão: o que você faria se tivesse poucos meses de vida? Que sonhos ainda quer realizar? O que o impede de fazê-lo agora? 


67 – O homem é a causa criativa de tudo o que acontece
Após um amplo estudo sobre pessoas que, à primeira vista, pareciam favorecidas pela sorte, os economistas Álex Rovira e Fernando Trías de Bes escreveram o livro A Boa Sorte. Nele, explicam por que algumas pessoas são mais afortunadas que outras e chegam a conclusões valiosas, entre elas:
• A sorte não dura muito tempo, pois não depende de nós. Por outro lado, a Boa Sorte dura para sempre, porque nós mesmos a criamos.
• Os ingredientes básicos da Boa Sorte são a força de vontade e a persistência, além de uma dose de ousadia.
• As pessoas bem-sucedidas não pertencem a uma raça distinta: o que as diferencia é sua atitude. O importante é perguntar a si mesmo: o que elas fazem que eu não faço?
• A Boa Sorte não é algo externo nem ligado ao acaso, e sim algo que só pode ser promovido pela própria pessoa, a partir da criação de novas circunstâncias.

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