EXAGERADOS - TEXTO DE AUTORIA DO PROFESSOR SÉRGIO VALMOR CHICATO

Exagerados...
Somos exagerados em tudo. Na maioria das vezes exageramos, ou seja, tratamos com demasia nossas dores, nossos problemas e outras coisas. Exageramos em nossas qualidades e capacidades. Tudo é um exagero. A nossa língua, por exemplo, não essa que fica dentro da nossa boca e que, às vezes fala em exagero, não. Estou falando da língua como ferramenta de comunicação. Em 1190 a língua portuguesa possuía cerca de 15 mil verbetes, hoje este número passa de 450 mil. Só a lista de expressões idiomáticas, também conhecidas como ditados populares seriam suficientes para uma boa conversa. Duvida? Então vamos abrir o jogo. Não precisamos andar por aí feitos baratas tontas e nem nos armar até os dentes. Muito menos arrancar os cabelos. Basta agarrar as oportunidades com unhas e dentes e arregaçar as mangas. Às vezes, é preciso bater na mesma tecla, baixar a bola, pra não comprar gatos por lebre. Muitos não dão o braço a torcer e por isso acabam dando com o nariz na porta e engolindo sapos. Parece que estão sempre com a cabeça nas nuvens. Tem muita gente boa querendo dar uma mãozinha. Estamos com a faca e o queijo na mão. Muitos vivem com a pulga atrás da orelha e acreditam que sempre estão com a corda no pescoço. Ficam com um pé atrás e de mãos atadas. Fazem uma tempestade num copo d’água, enquanto outros não estão nem aí para as pedras no sapato e conseguem se virar de olhos fechado com um pé amarrado nas costas. Conseguem, mesmo ficando à sombra de uma bananeira fazer um negócio da China, enquanto outros dão a impressão que fazem tudo nas coxas e com vista grossa. Acabam metendo os pés pelas mãos, cheios de minhocas na cabeça trocam as bolas e, acabam parando onde Judas perdeu as botas. Preferem colocar as barbas de molho e ficam pensando na morte da bezerra. Quando perguntamos que aconteceu, não dizem nada. Parece que o gato comeu a língua e, quando não, nos mandam pentear macacos. Não precisamos perder as estribeiras e nem prometer mundos e fundos. Basta colocar as cartas na mesa e os pingos nos ís. É verdade que muitas vezes a vida nos acorda com um balde água fria. Tudo parece ficar sem pé e nem cabeça. É quando nos pegamos trepando paredes e ensaiamos tirar o cavalinho da chuva. Mas, precisamos continuar sempre em frente. Vai chegar o momento de acertar na mosca. Nem sempre tudo acaba em pizza. Existem sim, muitos amigos da onça que nos fazem procurar pelo em ovo ou chifre em cabeça de cavalo. Ah!!! Isso tem a dar com pau. Muitas vezes mesmo a contragosto é preciso armar um barraco e dar um banho de água fria no pessimismo. Mesmo que a situação se mostre barra pesada, bola pra frente gente!! Só cuidado pra não colocar o carro na frente dos bois. Vamos botar pra quebrar. Nada de arrancar os cabelos. O Homem lá em cima não vai nos deixar na mão. Afinal, Ele tem muita facilidade em mudar da água para o vinho. Se alguém acha que vou perder alinha, pode tirar o cavalo da chuva.

BRINCANDO DE ESCREVER, NAS OFICINAS DE LEITURA NA BIBLIOTECA DA PROFESSORES JULIANA E SÉRGIO


Hoje não acordei bem, mas nada que um dia após o outro. Até porque não adianta chorar pelo leite derramado. Com isso aprendi que quem espera sempre alcança e com certeza quem ri por último ri melhor, até porque os dias vão melhorar. Depois de todos esses pensamentos de manhã, saí da cama e já pensei “antes tarde do que nunca”.
Quando fui para a cozinha, minha mãe já estava estressada. Apenas dei bom dia e saí porque é melhor não cutucar a onça com vara curta. Quando ela estava mais calma, fui lá falar com ela. Tivemos uma conversa... Falei sobre meus objetivos e ela disse que aos poucos conseguirei, pois de grão em grão a galinha enche o papo. Aproveitou e disse “quem tudo quer tudo perde”.
Depois de falar com a minha mãe, subi para me arrumar. Desci em seguida e ouvi minha mãe cantando. Olhei pra ela de um jeito estranho e ela apenas disse:
- Ué, quem canta seus males espanta!
Depois fui almoçar e minha família começou a conversar sobre companhias, logo lembrei da famosa frase que minha mãe sempre diz “diga com quem tu andas e eu te direi quem tu és”. Quando terminei de comer fui direto ao colégio, voltei, tomei banho, jantei, fiquei assistindo tevê e logo em seguida fui dormir.
Por Mikaela Brandt Heinemann, 7 º ano 1.


Um dia um menino chamado Joaquim foi à casa de seu amigo chamado João.
Joaquim perguntou para João se queria brincar de super-heróis, João tinha respondido que ele só poderia estar trocando as bolas. Joaquim falou uma piada:
- Um dia uma ovelhinha fez sua casa com sua própria lã. Você sabe como a chamou?
João respondeu:
- Não
Joaquim voltou a falar:
- Ela chamou de lã house.
João disse que ele estava com muita minhoca na cabeça... Eles foram andando, João viu que Joaquim estava distraído, tocou a campainha de uma casa e saiu correndo. Joaquim teve que pagar o pato e acertou na mosca em ir para casa.
Por Douglas Cauê da Silva, 7 º ano 1.

Prova de escola
Quem nunca esqueceu de estudar para a prova não sabe o que é engolir sapo da professora! Quando chega a hora da prova fica nervoso! Então vai com calma lendo as questões e respondendo.
Chega o dia da entrega das provas e você ali, com minhoca na cabeça, pensando só em quando sua mãe ver aquele zero na sua folha.
A professora te chama e você vai lá buscar a prova todo nervoso! Não é que mesmo assim você tirou um oito?! Vai conferir as questões e vê que mesmo chutando acabou acertando na mosca! Então começa a pular e dançar de alegria!
Por Eduarda dos Santos Josefi, 7 º ano 2.

A casa abandonada
Sam, Jazzy, Kim e Lucy são amigas e vizinhas. Todas são muito curiosas e queriam saber o que havia na casa abandonada na rua delas.
- O que vocês acham de a gente ir ver o que tem naquela casa abandonada hoje a noite?
Disse Jazzy.
- Não sei não, minha mãe vai armar o maior barraco se eu sair a noite.
Falou Lucy.
- É só vocês dormirem lá em casa e quando meus pais dormirem a gente vai.
Disse Sam.
- Mas...
Lucy ia falar quando Jazzy a interrompeu falando:
- Nem vem fazer tempestade em copo d’água Lucy, já está tudo resolvido.
- Esperem, todos falam que aquela casa é assombrada?
Perguntou Lucy.
- São só histórias.
Sam, Jazzy e Kim falaram juntas:
- Mas quem procura acha.
Murmurou Lucy e todas a olharam.
- Só falei...
Lucy falou rapidamente se rendendo com as mãos. A conversa continuou... A noite ocorreu tudo como o combinado, elas conseguiram sair escondido e já estavam na frente da casa abandonada quando Lucy murmurou:
- Vocês só podem ter minhoca na cabeça pra querer entrar aí!
No mesmo instante todas a fuzilaram com os olhos.
- Desculpa - Falou rapidamente.
Elas tomaram coragem e subiram na varanda da casa.
- Então, quem entra primeiro na casa?
Perguntou Sam.
- Eu não entro aí nem a...
Quando Lucy iria terminar a frase, veio um barulho de dentro da casa que fez as quatro garotas se assustarem e saírem correndo, mas logo após isso, um gato que estava caçando ratos dentro da casa pulo a janela e foi embora.
Por Pamela Caroline de Oliveira, 7 º ano 2.
Histórias e provérbios
Quando cheguei em casa, minha mãe escutou eu repetindo várias vezes a frase “de grão em grão a galinha enche o papo” e me pediu se eu estava com minhoca na cabeça . Aí troquei as bolas quando falei:
- Mais vale um pássaro voando do que dois na mão.
No ano passado fiz um trabalho e quase bati as botas de tanta coisa que tive que fazer sozinha.
Minha tia é muito fofoqueira, ela faz tempestade em copo d’água. Quando minha prima chega na casa da minha avó, ela começa a mexer em tudo quanto é coisa, principalmente nas minhas. Dá vontade de falar para ela ficar no seu galho, aliás, cada macaco no seu galho.
Por Mirela Reblin Steinheuser, 7 º ano 3.

Uma tarde legal
Em um dia meu amigo João e eu iríamos dar uma volta no bairro, mas aquele dia não era seu dia de sorte. Seu tio tinha batido as botas e João só chutava o balde. Ele também não tinha andado na linha na escola e como mentira tem perna curta, sua mãe descobriu também. Ele acreditou. Eu li um provérbio que a professora de português tinha ensinado na aula, que era assim: “cachorro que late não morde” e ele saiu na rua da sua casa e viu um cachorro. Pensou no provérbio “cachorro que late não morde” e enticou um cachorro que estava em seu canto. Levou uma mordida! Tudo isso aconteceu em dois dias. Depois fui à casa de João para jogar vídeo game, um jogo de futebol. Ele fez ele um gol sem pé nem cabeça, depois sua sorte voltou e nos rimos muito.
Por Kauan Reblin Steinheuser, 7 º ano 1.

Provérbios de nossa geração
As aparências enganam, pois o cavalo dado não se olha os dentes e o mesmo preso, também pasta; porque quem não chora, não mama, mas é de pequeno que se torce o pepino. Não adianta andar à toa procurando elefante branco, indo até onde Judas perdeu as botas e depois concluir que não entendeu patavinas. Nem jurar de pés juntos e até chorar lágrimas de crocodilo fingindo ser amigo da onça. Tentar colocar panos quentes, dizendo ser o santo do pau oco quanto mais se parece com ave de mau agouro. Assim sendo, não devemos tapar o sol com a peneira, pois quando estamos com a corda toda, fazemos uma tempestade num copo d’água ou fazemos parecer um bicho de sete cabeças, mas no fim das contas, não passa de um sonho acordado.
Por Letícia Rocha, 7 º ano 2

BRINCANDO DE ESCREVER, NAS OFICINAS DE LEITURA NA BIBLIOTECA DA PROFESSORES JULIANA E SÉRGIO

O dia de Juscelino

Em uma bela manhã de Domingo decidi fazer um passeio, mas acabei entrando pelo cano. Estava indo a joalheria buscar meu relógio do conserto, mas acho que entrei com o pé esquerdo, pois quando fui pagar a conta me custou o olho da cara.

Ainda por cima quando cheguei em casa minha mulher armou o maior barraco porque deixei a toalha molhada em cima da cama e completou dizendo:
- Se você acha que vai continuar assim, pode tirar o cavalo da chuva.                                                    
Pior ainda quando fiquei sabendo que meu cunhado viria almoçar aqui em casa, justo ele que tem o olho maior que a barriga e se acha o rei da cocada preta                                                                                                             
Tentei arranjar uma desculpa, mas acabei só por tapar o sol com a peneira. Quando meu cunhado chegou foi logo dizendo:
- Compadre, tua mãe bateu as botas agora mesmo!
Percebi que esse cara não passava de uma ave de mau agouro e de um mala sem alça, pois só foi revelar a mentira depois de eu chorar as pitangas.

Depois que meu cunhado foi embora. pensei “esse dia só serviu pra eu pagar o pato”.


Por Luísa Pandini, 7 º ano 2.
O menino

Olá, meu nome é João. Não sou muito inteligente, mas sou muito legal. Um dia minha mãe foi ao mercado, viu o preço das mercadorias e armou o maior barraco, enfim, não comprou nada. Fomos para a nossa casa e fizemos um jantar. No outro dia ligaram para minha mãe e disseram:
- Seu marido bateu as botas de emoção porque acertou na mosca na loteria.
- Meu Deus!
Desligou o telefone.
Minha mãe chorou, chorou e chorou e eu também, mas o bom é que ficamos com o dinheiro da loteria.
Viajamos e fomos ao Beto Carreiro World, Disney, Snowland, Estados Unidos... O mundo inteiro! Pagamos nossas dívidas, compramos uma casa, ganhei muitas coisas que sempre quis. Fui estudar em escolas particulares, saía com os amigos… Ganhamos uma nova vida.
Por Erik Isac Trevizan Da Cruz, 7 º ano 1.

Uma viagem muito louca
Um dia uma família que morava em Taió decidiu ir visitar seus avós que moravam em Porto União. Chegando em Lebon Régis, o pai não sabia qual caminho seguir, então pegou o caminho de Fraiburgo e seu filho falou:
- Pai, você pegou o caminho errado, está trocando as bolas.
O pai disse:
- Fala sério, eu sei o que estou fazendo!
Então continuaram a viagem. Novas passagens iam surgindo no caminho e seu filho falou:
- Pai, nós nunca passamos por aqui, você está seguindo o caminho errado! Por um acaso você tem minhoca na cabeça?
Continuaram a viagem por mais 30 minutos, encontraram um velhinho com uma gadanha nas mãos e o menino disse:
- Sinistro.
O pai para e pede informação de onde fica Porto União. O velhinho responde:
- Mano, você pegou o caminho errado! Volte e pegue à direita.
Quando chegaram em Porto União o seu avô pediu porque demoraram tanto:
- É que meu filho falou para ir por Fraiburgo.
E o filho falou:
- Seu mentiroso, você faz as coisas e eu pago o pato.
Por Nicolas Rodrigues Anton, 7 º ano 3.

Hoje não acordei bem, mas nada que um dia após o outro. Até porque não adianta chorar pelo leite derramado. Com isso aprendi que quem espera sempre alcança e com certeza quem ri por último ri melhor, até porque os dias vão melhorar. Depois de todos esses pensamentos de manhã, saí da cama e já pensei “antes tarde do que nunca”.
Quando fui para a cozinha, minha mãe já estava estressada. Apenas dei bom dia e saí porque é melhor não cutucar a onça com vara curta. Quando ela estava mais calma, fui lá falar com ela. Tivemos uma conversa... Falei sobre meus objetivos e ela disse que aos poucos conseguirei, pois de grão em grão a galinha enche o papo. Aproveitou e disse “quem tudo quer tudo perde”.
Depois de falar com a minha mãe, subi para me arrumar. Desci em seguida e ouvi minha mãe cantando. Olhei pra ela de um jeito estranho e ela apenas disse:
- Ué, quem canta seus males espanta!
Depois fui almoçar e minha família começou a conversar sobre companhias, logo lembrei da famosa frase que minha mãe sempre diz “diga com quem tu andas e eu te direi quem tu és”. Quando terminei de comer fui direto ao colégio, voltei, tomei banho, jantei, fiquei assistindo tevê e logo em seguida fui dormir.
Por Mikaela Brandt Heinemann, 7 º ano 1.

Um dia um menino chamado Joaquim foi à casa de seu amigo chamado João.
Joaquim perguntou para João se queria brincar de super-heróis, João tinha respondido que ele só poderia estar trocando as bolas. Joaquim falou uma piada:
- Um dia uma ovelhinha fez sua casa com sua própria lã. Você sabe como a chamou?
João respondeu:
- Não
Joaquim voltou a falar:
- Ela chamou de lã house.
João disse que ele estava com muita minhoca na cabeça... Eles foram andando, João viu que Joaquim estava distraído, tocou a campainha de uma casa e saiu correndo. Joaquim teve que pagar o pato e acertou na mosca em ir para casa.
Por Douglas Cauê da Silva, 7 º ano 1.

Prova de escola
Quem nunca esqueceu de estudar para a prova não sabe o que é engolir sapo da professora! Quando chega a hora da prova fica nervoso! Então vai com calma lendo as questões e respondendo.
Chega o dia da entrega das provas e você ali, com minhoca na cabeça, pensando só em quando sua mãe ver aquele zero na sua folha.
A professora te chama e você vai lá buscar a prova todo nervoso! Não é que mesmo assim você tirou um oito?! Vai conferir as questões e vê que mesmo chutando acabou acertando na mosca! Então começa a pular e dançar de alegria!
Por Eduarda dos Santos Josefi, 7 º ano 2.

BRINCANDO DE ESCREVER, NAS OFICINAS DE LEITURA NA BIBLIOTECA DA PROFESSORES JULIANA E SÉRGIO

Os tão usados ditos populares e os nossos provérbios de todos os dias foram assunto trabalhado pelos sétimos anos nas oficinas de leitura das aulas de português na biblioteca. Brincando de escrever, surgiram muitos textos super divertidos! Confira:
Em uma cidade no interior do Paraná morava um menino com sua mãe, seu pai, seu irmão mais novo e seu avô. Seu irmão Mateus chutou a bola na tevê, mas quebrou o porta retrato ao lado! Sua mãe, muito brava com isso, descontou em Henrique, o menino mais velho. Ele engoliu muito sapo naquela hora.
Mais tarde foram brincar no jardim e Mateus se jogou na lama, sua mãe disse:
- Quero ver você se sujar mais um pouco!
Mas ele levou ao pé da letra e piorou a situação...
Mateus apronta muito e seu pai costuma dizer que ele só tem minhoca na cabeça por que só faz coisas erradas.
Por Weslei Eduardo Pasold da Cruz, 7º ano 2.

Festa de aniversário

Era a véspera do meu aniversário, eu estava ansioso esperando minha festinha. “Será que eu vou gostar?” Minha mãe disse que cavalo dado não se olha os dentes, mas eu não estava contente com isso, pois queria bons presentes.
A minha oma me disse, “boca fechada não entra mosca a gente tem que ficar feliz com tudo que ganha, nem que não é do nosso agrado porque, de um jeito ou de outro, usa”.
Chegou à festinha. Me diverti muito com meus amigos. Comemos bolo, brigadeiro e brincamos. Tendo bons amigos não se precisa de presentes, pois mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
Por Tiago Eduardo Luetzow, 7º ano 2.
Zé e a sua 1ª série

Bom, hoje vou contar a história de Seu Zé quando entrou na 1ª série.
“Quando entrei na escola, muita gente eu conheci. Muitos tinham memória de elefante, outros, amigos da onça. Alguns tinham estômago de avestruz e assim por diante. Como ninguém se conhecia a não ser os sete amigos da onça, não fiz amizade de primeira, mas de grão em grão a galinha enche o papo. Foi osso duro de roer mas amigos fiz. Não estava acostumado com esse horário pesado. Então eu ia dormir com as galinhas e acordava com as galinhas para pegar ônibus para escola. Quando pegava o ônibus, estava meio que dormindo e um dia eu remei contra maré. Na hora de cruzar a rua, vinha um carro e eu vi, mas insisti em cruzar. Não fui atropelado, mas foi por pouco. Agora eu aprendi... Nem tudo é um mar de rosas.”
Por Drieli Klug, 7º ano 1
O dia que eu não lavei a louça

Minha mãe armou o maior barraco quando viu que eu não havia lavado a louça. Logo depois ela disse que estava cansada de tudo e que iria chutar o balde, pois estava cansada de tudo e iria conversar com meu pai.
Quando meu pai chegou em casa ela contou. Ele disse que eu iria ficar de castigo e, além disso, sem celular. Eu disse que lavaria a louça e que não tinha necessidade de fazer isso, mas ele disse que não tinha mais volta. Então fiquei triste de mais. Ele falou que não adiantava mais chorar pelo leite derramado e que iria tirar meu celular por tempo indeterminado, pois deveria te lavado a louça quando minha mãe mandou.
Por Leticia Tavares, 7º ano 1.
O dia ruim
Hoje quando acordei estava tão estressada que resolvi chutar o balde, mas o dia foi passando e não adiantava fazer nada. Pensei que seria bom uma noite de sono, talvez no outro dia seria diferente e que quando acordasse iria ser um dia cheio de surpresa. Não chorar pelo leite derramado e mais um dia vai passando, pois continua tudo o mesmo. Então eu pensei “se eu conseguisse dar a volta por cima não iria entrar pelo cano e um dia, quem sabe, se eu acordasse cantando e fosse pra escola, estudasse bastante, iria vencer na vida. Até mesmo iria ser uma grande empresária, ter sucesso. Para depois as pessoas não por minhoca na cabeça e sair falando mal de mim, mas poder dizer que sou uma grande vencedora e poder dizer que só com o estudo podemos ser alguém na vida.” 
Por Micaéle do Prado , 7º ano 1
Minha prima é uma mentirosa
Minha prima gostava muito de inventar histórias e contar mentiras, mas uma vez, ela estava inventando uma história absurda para contar a seu professor, então eu falei “prima, mentira tem perna curta”.
A história era tão maluca que me deu nó na garganta só de imaginar quem iria pagar o pato, mas como ela não estava nem aí para as consequências eu só alertei “depois não vai chorar pelo leite derramado”.
Quer saber o que ela fazia? Ela colava nas provas e botava a culpa em sua melhor amiga que não tinha noção do que ela fazia, e o pior é que ela sempre se dava bem, tirando 9 ou 10 nas provas, e os professores descontavam pontos das notas de sua amiga.
Mas certo dia o professor percebeu o que estava acontecendo e sem ela perceber gravou no celular o que fazia e chamou seus pais para uma conversa. Depois desse dia ela se desculpou com sua amiga, prometeu não fazer mais essas coisas, resolveu estudar e ficar mais responsável.
Por Ana Beatriz Bond, 7º ano 2.


OBMEP - 2016 - 1ª. FASE NA EEB."LUIZ BERTOLI" - TAIÓ







CRÔNICAS PRODUZIDAS ALUNOS DO 9º.1,2 E 3 DAS OFICINAS DA OLÍMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA, DA PROFª. JULIANA CARLINI

Desde o início do ano letivo, os alunos vêm participando das oficinas da Olimpíada de Língua Portuguesa. Através das oficinas, os nonos anos estão conhecendo o gênero crônica e aperfeiçoando sua escrita. Uma das propostas foi a escolha de um tema pela turma para a produção e divulgação dos textos. Os temas escolhidos foram: “internet chega na sala de aula da EEBLB”, “o consumo de álcool por adolescentes” e a “baixa temperatura para a época do ano em Taió e região”. Após produções individuais, leram seus textos em sala. Alguns foram escolhidos e aqui estão eles:
Outono ou inverno?
Por Jenifer Strutz, 9º ano 3
Neste período é muito mais fácil pegar gripe e várias doenças, muitas vezes, por causa da mudança de tempo de um dia para outro. Nós também usamos muitos agasalhados, vários casacos, blusas de manga comprida... Alguns até usam várias calças. Os lojistas que agradecem, pois aumenta as vendas.
Também há tarefas que no dia a dia se torna um pouco mais “fácil” como: tomar banho, acordar cedo para trabalhar, estudar, não é? Na verdade acho que não.
Mas há coisas que são boas. A comida é mais saborosa e geralmente dormimos melhor que no verão.
Até agora você deve estar achando que estou falando do inverno, mas na verdade estou falando do outono. Por algumas coisas que poluem, prejudicam a atmosfera e outros fatores, está mais frio que o normal.
Isso acontece porque as pessoas não param de pensar no que fazem com o nosso planeta e porque o ego é tão grande... Pensam apenas no dinheiro, luxo, etc.
Muita gente reclama de várias coisas, mas se pararmos para pensar, na maioria das vezes, não somos nós os culpados?


Gato invade casa para se proteger do frio 


Por Daniele Sartorti, 9º ano 3


O amanhecer do dia 14 de maio foi agitado para o morador da Chácara Bom Jesus em Taió. Um felino, sorrateiramente, invadiu a casa para proteger-se do frio, buscando abrigo e comida. 
O gato vinha sendo temido pelos moradores a algumas noites, mas esta entrou para a história.
Esperto e silencioso, entra pelo vidro quebrado da área de serviço e sai perambulando pela casa atrás de alimento e um lugar para enrolar-se e dormir. 
Ele, sendo muito astuto, come a linguiça que estava sobre o balcão da cozinha. Após estar satisfeito com a refeição, o felino encontra um lugar perfeito dentro da bota do rapaz e dorme tranquilamente. 
Ao amanhecer, o jovem prepara seu café e... cadê a linguiça? Ele não deu tanta importância, até vestir sua bota! Com o susto, o gato tentou fugir. Como estava sendo esmagado pelo pé do rapaz, sem perder tempo, mete as unhas e o rapaz se enfurece.
O gato conseguiu sair, mas não fugir. Foi um verdadeiro pega ladrão. Gato corre daqui, rapaz pega de lá. No fim a casa estava uma bagunça total, o gato aprende a lição e o jovem vai “espumando” para o trabalho sem poder comer a tão desejada linguiça.


Teimosia
Por Beatriz Sotopietra, 9º ano 3


Estava quente, muito quente! Eu suava em frente ao meu notebook. O que as pessoas mais comentavam na internet foi do frio que chegaria à cidade. Eu nunca acreditei em previsões de nada, muito menos de tempo. Minha mãe, que estava de visita em minha casa, comentou algo comigo sobre a onda de ar frio que vinha chegando. Ela me disse assim:
-Trate de levar um agasalho para o trabalho amanhã, vai acabar pegando um resfriado. Sua imunidade é baixa.
E eu respondi:
-Mãe, isso é tudo uma besteira. Amanhã vai ser quente, pois estamos num outono QUENTE, não vai esfriar! Eu vou como de costume ao trabalho, de shorts e camiseta.
Acabei de acordar e realmente está um pouco frio, mas sabe o que dizem né, "frio é psicológico". Então vou de shorts e camiseta.
Não demorou muito e minha mãe me liga:
-Filha, levou o agasalho?
-É claro que não!
-Nossa, que voz rouca é essa?
-Voz rouca? Atchim!
-Eu te avisei Carla, esqueça que vou cuidar de você.
-Ai mãezinha, desculpa...
Minha mãe desligou na minha cara e fiquei bem chateada. Mas não ficou por isso. Ela mandou me entregar um casaco e uma calça na recepção de onde trabalho com um bilhete escrito assim: “mãe sempre está certa, nem que tenha visto a notícia no grupo do WhatsApp”.