BRINCANDO DE ESCREVER, NAS OFICINAS DE LEITURA NA BIBLIOTECA DA PROFESSORES JULIANA E SÉRGIO

Os tão usados ditos populares e os nossos provérbios de todos os dias foram assunto trabalhado pelos sétimos anos nas oficinas de leitura das aulas de português na biblioteca. Brincando de escrever, surgiram muitos textos super divertidos! Confira:
Em uma cidade no interior do Paraná morava um menino com sua mãe, seu pai, seu irmão mais novo e seu avô. Seu irmão Mateus chutou a bola na tevê, mas quebrou o porta retrato ao lado! Sua mãe, muito brava com isso, descontou em Henrique, o menino mais velho. Ele engoliu muito sapo naquela hora.
Mais tarde foram brincar no jardim e Mateus se jogou na lama, sua mãe disse:
- Quero ver você se sujar mais um pouco!
Mas ele levou ao pé da letra e piorou a situação...
Mateus apronta muito e seu pai costuma dizer que ele só tem minhoca na cabeça por que só faz coisas erradas.
Por Weslei Eduardo Pasold da Cruz, 7º ano 2.

Festa de aniversário

Era a véspera do meu aniversário, eu estava ansioso esperando minha festinha. “Será que eu vou gostar?” Minha mãe disse que cavalo dado não se olha os dentes, mas eu não estava contente com isso, pois queria bons presentes.
A minha oma me disse, “boca fechada não entra mosca a gente tem que ficar feliz com tudo que ganha, nem que não é do nosso agrado porque, de um jeito ou de outro, usa”.
Chegou à festinha. Me diverti muito com meus amigos. Comemos bolo, brigadeiro e brincamos. Tendo bons amigos não se precisa de presentes, pois mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
Por Tiago Eduardo Luetzow, 7º ano 2.
Zé e a sua 1ª série

Bom, hoje vou contar a história de Seu Zé quando entrou na 1ª série.
“Quando entrei na escola, muita gente eu conheci. Muitos tinham memória de elefante, outros, amigos da onça. Alguns tinham estômago de avestruz e assim por diante. Como ninguém se conhecia a não ser os sete amigos da onça, não fiz amizade de primeira, mas de grão em grão a galinha enche o papo. Foi osso duro de roer mas amigos fiz. Não estava acostumado com esse horário pesado. Então eu ia dormir com as galinhas e acordava com as galinhas para pegar ônibus para escola. Quando pegava o ônibus, estava meio que dormindo e um dia eu remei contra maré. Na hora de cruzar a rua, vinha um carro e eu vi, mas insisti em cruzar. Não fui atropelado, mas foi por pouco. Agora eu aprendi... Nem tudo é um mar de rosas.”
Por Drieli Klug, 7º ano 1
O dia que eu não lavei a louça

Minha mãe armou o maior barraco quando viu que eu não havia lavado a louça. Logo depois ela disse que estava cansada de tudo e que iria chutar o balde, pois estava cansada de tudo e iria conversar com meu pai.
Quando meu pai chegou em casa ela contou. Ele disse que eu iria ficar de castigo e, além disso, sem celular. Eu disse que lavaria a louça e que não tinha necessidade de fazer isso, mas ele disse que não tinha mais volta. Então fiquei triste de mais. Ele falou que não adiantava mais chorar pelo leite derramado e que iria tirar meu celular por tempo indeterminado, pois deveria te lavado a louça quando minha mãe mandou.
Por Leticia Tavares, 7º ano 1.
O dia ruim
Hoje quando acordei estava tão estressada que resolvi chutar o balde, mas o dia foi passando e não adiantava fazer nada. Pensei que seria bom uma noite de sono, talvez no outro dia seria diferente e que quando acordasse iria ser um dia cheio de surpresa. Não chorar pelo leite derramado e mais um dia vai passando, pois continua tudo o mesmo. Então eu pensei “se eu conseguisse dar a volta por cima não iria entrar pelo cano e um dia, quem sabe, se eu acordasse cantando e fosse pra escola, estudasse bastante, iria vencer na vida. Até mesmo iria ser uma grande empresária, ter sucesso. Para depois as pessoas não por minhoca na cabeça e sair falando mal de mim, mas poder dizer que sou uma grande vencedora e poder dizer que só com o estudo podemos ser alguém na vida.” 
Por Micaéle do Prado , 7º ano 1
Minha prima é uma mentirosa
Minha prima gostava muito de inventar histórias e contar mentiras, mas uma vez, ela estava inventando uma história absurda para contar a seu professor, então eu falei “prima, mentira tem perna curta”.
A história era tão maluca que me deu nó na garganta só de imaginar quem iria pagar o pato, mas como ela não estava nem aí para as consequências eu só alertei “depois não vai chorar pelo leite derramado”.
Quer saber o que ela fazia? Ela colava nas provas e botava a culpa em sua melhor amiga que não tinha noção do que ela fazia, e o pior é que ela sempre se dava bem, tirando 9 ou 10 nas provas, e os professores descontavam pontos das notas de sua amiga.
Mas certo dia o professor percebeu o que estava acontecendo e sem ela perceber gravou no celular o que fazia e chamou seus pais para uma conversa. Depois desse dia ela se desculpou com sua amiga, prometeu não fazer mais essas coisas, resolveu estudar e ficar mais responsável.
Por Ana Beatriz Bond, 7º ano 2.


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