BRINCANDO DE ESCREVER, NAS OFICINAS DE LEITURA NA BIBLIOTECA DA PROFESSORES JULIANA E SÉRGIO


Hoje não acordei bem, mas nada que um dia após o outro. Até porque não adianta chorar pelo leite derramado. Com isso aprendi que quem espera sempre alcança e com certeza quem ri por último ri melhor, até porque os dias vão melhorar. Depois de todos esses pensamentos de manhã, saí da cama e já pensei “antes tarde do que nunca”.
Quando fui para a cozinha, minha mãe já estava estressada. Apenas dei bom dia e saí porque é melhor não cutucar a onça com vara curta. Quando ela estava mais calma, fui lá falar com ela. Tivemos uma conversa... Falei sobre meus objetivos e ela disse que aos poucos conseguirei, pois de grão em grão a galinha enche o papo. Aproveitou e disse “quem tudo quer tudo perde”.
Depois de falar com a minha mãe, subi para me arrumar. Desci em seguida e ouvi minha mãe cantando. Olhei pra ela de um jeito estranho e ela apenas disse:
- Ué, quem canta seus males espanta!
Depois fui almoçar e minha família começou a conversar sobre companhias, logo lembrei da famosa frase que minha mãe sempre diz “diga com quem tu andas e eu te direi quem tu és”. Quando terminei de comer fui direto ao colégio, voltei, tomei banho, jantei, fiquei assistindo tevê e logo em seguida fui dormir.
Por Mikaela Brandt Heinemann, 7 º ano 1.


Um dia um menino chamado Joaquim foi à casa de seu amigo chamado João.
Joaquim perguntou para João se queria brincar de super-heróis, João tinha respondido que ele só poderia estar trocando as bolas. Joaquim falou uma piada:
- Um dia uma ovelhinha fez sua casa com sua própria lã. Você sabe como a chamou?
João respondeu:
- Não
Joaquim voltou a falar:
- Ela chamou de lã house.
João disse que ele estava com muita minhoca na cabeça... Eles foram andando, João viu que Joaquim estava distraído, tocou a campainha de uma casa e saiu correndo. Joaquim teve que pagar o pato e acertou na mosca em ir para casa.
Por Douglas Cauê da Silva, 7 º ano 1.

Prova de escola
Quem nunca esqueceu de estudar para a prova não sabe o que é engolir sapo da professora! Quando chega a hora da prova fica nervoso! Então vai com calma lendo as questões e respondendo.
Chega o dia da entrega das provas e você ali, com minhoca na cabeça, pensando só em quando sua mãe ver aquele zero na sua folha.
A professora te chama e você vai lá buscar a prova todo nervoso! Não é que mesmo assim você tirou um oito?! Vai conferir as questões e vê que mesmo chutando acabou acertando na mosca! Então começa a pular e dançar de alegria!
Por Eduarda dos Santos Josefi, 7 º ano 2.

A casa abandonada
Sam, Jazzy, Kim e Lucy são amigas e vizinhas. Todas são muito curiosas e queriam saber o que havia na casa abandonada na rua delas.
- O que vocês acham de a gente ir ver o que tem naquela casa abandonada hoje a noite?
Disse Jazzy.
- Não sei não, minha mãe vai armar o maior barraco se eu sair a noite.
Falou Lucy.
- É só vocês dormirem lá em casa e quando meus pais dormirem a gente vai.
Disse Sam.
- Mas...
Lucy ia falar quando Jazzy a interrompeu falando:
- Nem vem fazer tempestade em copo d’água Lucy, já está tudo resolvido.
- Esperem, todos falam que aquela casa é assombrada?
Perguntou Lucy.
- São só histórias.
Sam, Jazzy e Kim falaram juntas:
- Mas quem procura acha.
Murmurou Lucy e todas a olharam.
- Só falei...
Lucy falou rapidamente se rendendo com as mãos. A conversa continuou... A noite ocorreu tudo como o combinado, elas conseguiram sair escondido e já estavam na frente da casa abandonada quando Lucy murmurou:
- Vocês só podem ter minhoca na cabeça pra querer entrar aí!
No mesmo instante todas a fuzilaram com os olhos.
- Desculpa - Falou rapidamente.
Elas tomaram coragem e subiram na varanda da casa.
- Então, quem entra primeiro na casa?
Perguntou Sam.
- Eu não entro aí nem a...
Quando Lucy iria terminar a frase, veio um barulho de dentro da casa que fez as quatro garotas se assustarem e saírem correndo, mas logo após isso, um gato que estava caçando ratos dentro da casa pulo a janela e foi embora.
Por Pamela Caroline de Oliveira, 7 º ano 2.
Histórias e provérbios
Quando cheguei em casa, minha mãe escutou eu repetindo várias vezes a frase “de grão em grão a galinha enche o papo” e me pediu se eu estava com minhoca na cabeça . Aí troquei as bolas quando falei:
- Mais vale um pássaro voando do que dois na mão.
No ano passado fiz um trabalho e quase bati as botas de tanta coisa que tive que fazer sozinha.
Minha tia é muito fofoqueira, ela faz tempestade em copo d’água. Quando minha prima chega na casa da minha avó, ela começa a mexer em tudo quanto é coisa, principalmente nas minhas. Dá vontade de falar para ela ficar no seu galho, aliás, cada macaco no seu galho.
Por Mirela Reblin Steinheuser, 7 º ano 3.

Uma tarde legal
Em um dia meu amigo João e eu iríamos dar uma volta no bairro, mas aquele dia não era seu dia de sorte. Seu tio tinha batido as botas e João só chutava o balde. Ele também não tinha andado na linha na escola e como mentira tem perna curta, sua mãe descobriu também. Ele acreditou. Eu li um provérbio que a professora de português tinha ensinado na aula, que era assim: “cachorro que late não morde” e ele saiu na rua da sua casa e viu um cachorro. Pensou no provérbio “cachorro que late não morde” e enticou um cachorro que estava em seu canto. Levou uma mordida! Tudo isso aconteceu em dois dias. Depois fui à casa de João para jogar vídeo game, um jogo de futebol. Ele fez ele um gol sem pé nem cabeça, depois sua sorte voltou e nos rimos muito.
Por Kauan Reblin Steinheuser, 7 º ano 1.

Provérbios de nossa geração
As aparências enganam, pois o cavalo dado não se olha os dentes e o mesmo preso, também pasta; porque quem não chora, não mama, mas é de pequeno que se torce o pepino. Não adianta andar à toa procurando elefante branco, indo até onde Judas perdeu as botas e depois concluir que não entendeu patavinas. Nem jurar de pés juntos e até chorar lágrimas de crocodilo fingindo ser amigo da onça. Tentar colocar panos quentes, dizendo ser o santo do pau oco quanto mais se parece com ave de mau agouro. Assim sendo, não devemos tapar o sol com a peneira, pois quando estamos com a corda toda, fazemos uma tempestade num copo d’água ou fazemos parecer um bicho de sete cabeças, mas no fim das contas, não passa de um sonho acordado.
Por Letícia Rocha, 7 º ano 2

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