BRINCANDO DE ESCREVER, NAS OFICINAS DE LEITURA NA BIBLIOTECA DA PROFESSORES JULIANA E SÉRGIO

O dia de Juscelino

Em uma bela manhã de Domingo decidi fazer um passeio, mas acabei entrando pelo cano. Estava indo a joalheria buscar meu relógio do conserto, mas acho que entrei com o pé esquerdo, pois quando fui pagar a conta me custou o olho da cara.

Ainda por cima quando cheguei em casa minha mulher armou o maior barraco porque deixei a toalha molhada em cima da cama e completou dizendo:
- Se você acha que vai continuar assim, pode tirar o cavalo da chuva.                                                    
Pior ainda quando fiquei sabendo que meu cunhado viria almoçar aqui em casa, justo ele que tem o olho maior que a barriga e se acha o rei da cocada preta                                                                                                             
Tentei arranjar uma desculpa, mas acabei só por tapar o sol com a peneira. Quando meu cunhado chegou foi logo dizendo:
- Compadre, tua mãe bateu as botas agora mesmo!
Percebi que esse cara não passava de uma ave de mau agouro e de um mala sem alça, pois só foi revelar a mentira depois de eu chorar as pitangas.

Depois que meu cunhado foi embora. pensei “esse dia só serviu pra eu pagar o pato”.


Por Luísa Pandini, 7 º ano 2.
O menino

Olá, meu nome é João. Não sou muito inteligente, mas sou muito legal. Um dia minha mãe foi ao mercado, viu o preço das mercadorias e armou o maior barraco, enfim, não comprou nada. Fomos para a nossa casa e fizemos um jantar. No outro dia ligaram para minha mãe e disseram:
- Seu marido bateu as botas de emoção porque acertou na mosca na loteria.
- Meu Deus!
Desligou o telefone.
Minha mãe chorou, chorou e chorou e eu também, mas o bom é que ficamos com o dinheiro da loteria.
Viajamos e fomos ao Beto Carreiro World, Disney, Snowland, Estados Unidos... O mundo inteiro! Pagamos nossas dívidas, compramos uma casa, ganhei muitas coisas que sempre quis. Fui estudar em escolas particulares, saía com os amigos… Ganhamos uma nova vida.
Por Erik Isac Trevizan Da Cruz, 7 º ano 1.

Uma viagem muito louca
Um dia uma família que morava em Taió decidiu ir visitar seus avós que moravam em Porto União. Chegando em Lebon Régis, o pai não sabia qual caminho seguir, então pegou o caminho de Fraiburgo e seu filho falou:
- Pai, você pegou o caminho errado, está trocando as bolas.
O pai disse:
- Fala sério, eu sei o que estou fazendo!
Então continuaram a viagem. Novas passagens iam surgindo no caminho e seu filho falou:
- Pai, nós nunca passamos por aqui, você está seguindo o caminho errado! Por um acaso você tem minhoca na cabeça?
Continuaram a viagem por mais 30 minutos, encontraram um velhinho com uma gadanha nas mãos e o menino disse:
- Sinistro.
O pai para e pede informação de onde fica Porto União. O velhinho responde:
- Mano, você pegou o caminho errado! Volte e pegue à direita.
Quando chegaram em Porto União o seu avô pediu porque demoraram tanto:
- É que meu filho falou para ir por Fraiburgo.
E o filho falou:
- Seu mentiroso, você faz as coisas e eu pago o pato.
Por Nicolas Rodrigues Anton, 7 º ano 3.

Hoje não acordei bem, mas nada que um dia após o outro. Até porque não adianta chorar pelo leite derramado. Com isso aprendi que quem espera sempre alcança e com certeza quem ri por último ri melhor, até porque os dias vão melhorar. Depois de todos esses pensamentos de manhã, saí da cama e já pensei “antes tarde do que nunca”.
Quando fui para a cozinha, minha mãe já estava estressada. Apenas dei bom dia e saí porque é melhor não cutucar a onça com vara curta. Quando ela estava mais calma, fui lá falar com ela. Tivemos uma conversa... Falei sobre meus objetivos e ela disse que aos poucos conseguirei, pois de grão em grão a galinha enche o papo. Aproveitou e disse “quem tudo quer tudo perde”.
Depois de falar com a minha mãe, subi para me arrumar. Desci em seguida e ouvi minha mãe cantando. Olhei pra ela de um jeito estranho e ela apenas disse:
- Ué, quem canta seus males espanta!
Depois fui almoçar e minha família começou a conversar sobre companhias, logo lembrei da famosa frase que minha mãe sempre diz “diga com quem tu andas e eu te direi quem tu és”. Quando terminei de comer fui direto ao colégio, voltei, tomei banho, jantei, fiquei assistindo tevê e logo em seguida fui dormir.
Por Mikaela Brandt Heinemann, 7 º ano 1.

Um dia um menino chamado Joaquim foi à casa de seu amigo chamado João.
Joaquim perguntou para João se queria brincar de super-heróis, João tinha respondido que ele só poderia estar trocando as bolas. Joaquim falou uma piada:
- Um dia uma ovelhinha fez sua casa com sua própria lã. Você sabe como a chamou?
João respondeu:
- Não
Joaquim voltou a falar:
- Ela chamou de lã house.
João disse que ele estava com muita minhoca na cabeça... Eles foram andando, João viu que Joaquim estava distraído, tocou a campainha de uma casa e saiu correndo. Joaquim teve que pagar o pato e acertou na mosca em ir para casa.
Por Douglas Cauê da Silva, 7 º ano 1.

Prova de escola
Quem nunca esqueceu de estudar para a prova não sabe o que é engolir sapo da professora! Quando chega a hora da prova fica nervoso! Então vai com calma lendo as questões e respondendo.
Chega o dia da entrega das provas e você ali, com minhoca na cabeça, pensando só em quando sua mãe ver aquele zero na sua folha.
A professora te chama e você vai lá buscar a prova todo nervoso! Não é que mesmo assim você tirou um oito?! Vai conferir as questões e vê que mesmo chutando acabou acertando na mosca! Então começa a pular e dançar de alegria!
Por Eduarda dos Santos Josefi, 7 º ano 2.

Nenhum comentário:

Postar um comentário